quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A SOCIEDADE MINERADORA

Na sociedade mineradora havia grande desigualdade social. No topo da escala social estavam os RICOS E PRIVILEGIADOS: proprietários de grandes áreas de mineração, donos de muitos escravos e muito ouro.
Surgiu, em Minas, a CLASSE MÉDIA COLONIAL, pessoas que não eram muito ricas, mas também não faziam parte da classe dos trabalhadores pobres. Era um pequeno proprietário, nem rico nem pobre, donos de estabelecimentos com 3 ou 4 escravos ou médicos, advogados (profissionais liberais) ou padres. Abaixo, vinha uma multidão de TRABALHADORES LIVRES POBRES: carpinteiro, pedreiro, garimpeiro e pequenos comerciantes.
Bem abaixo, estavam os ESCRAVOS: muitos trabalhavam na mineração, pois os donos de grandes lotes de garimpos possuíam dezenas e até centenas de escravos.
A vida dos escravos na mineração era terrível. Ficavam muitas horas com a água dos rios na cintura, mesmo durante o inverno de madrugada até a noite, com berros e pauladas, com costas ardendo e muito cansados. Muitos tinham esperança de serem alforriados. Para isso teria que trabalhar duro, não fugir e ainda denunciar outros escravos desobedientes. Isso os deixava disciplinados, sob controle.

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